Como abrir uma empresa na área de Construção Civil

O primeiro passo para abrir uma empresa na área de Construção Civil é entender como anda o mercado. Você precisa saber como estão as empresas similares à sua e também qual é o seu público-alvo.

Outro ponto é descobrir se realmente é algo que seja viável na sua região, pois de nada adianta efetuar todo o processo senão tiver uma base sólida do que fazer. Por isso, faça muita pesquisa e entenda onde as empresas de construção civil estão localizadas. Lembre-se que nem toda empresa começa com nome sólido no mercado, pois a reputação é algo que se consolida com o tempo e conforme os serviços prestados.

Escolha a sua marca

O primeiro passo é fazer a escolha de uma marca que gere identificação do seu público-alvo e que, principalmente, remeta ao mercado que você quer atingir. De nada adianta escolher um nome que nada tenha a ver com seu nicho de mercado e com a imagem que você quer passar para as pessoas.

Se for possível, faça contato com uma agência que tenha como especialidade o design voltado para o marketing, pois assim ficará mais fácil definir quais as cores e formas ideais para sua identidade visual.

Planejamento

Crie um plano de negócios que vai servir como um guia durante a criação da sua empresa. Isso vai te ajudar a saber exatamente em quais pontos deve investir mais e quais gastos são considerados desnecessários. Faça uma planilha onde colocará seus gastos fixos e os variáveis também.

Documentos necessários

Para abrir uma empresa no ramo de Construção Civil é necessário ter um registro no CREA. Além disso é preciso providenciar os seguintes documentos:

  • CNPJ;
  • Contrato Social;
  • Inscrição Estadual e/ou Municipal;
  • Cadastro na Previdência Social;
  • Alvará de funcionamento.

Para a parte burocrática o ideal é que você solicite ajuda a um escritório de contabilidade que poderá te dar todo apoio necessário para que você abra sua empresa sem grandes dificuldades.

Cinco dicas para abrir um restaurante com pouco dinheiro

Algumas pessoas acreditam que para abrir um restaurante é necessário grandes investimentos, porém é possível abrir um negócio no ramo alimentício com uma quantia abaixo do esperado.

Esta área é muito competitiva, pois sabemos que enquanto as pessoas tiverem fome, sempre vai existir este tipo de negócio. Existem inúmeros nichos neste ramo, isso porque cada pessoa possui seus gostos e suas particularidades. Além disso, há também os restaurantes temáticos e com culinária exclusiva de determinados países.

Justamente por conta destes aspectos, fica difícil mensurar um valor exato, mas podemos afirmar que é viável abrir um restaurante com pouco dinheiro.

Vamos passar algumas dicas para que você possa realizar esse sonho:

1 – Comece como delivery

Atualmente existem inúmeros aplicativos de entrega de comida e isso faz com que muitas empresas não possuam uma estrutura física. Essa é uma boa ideia para aqueles que não possuem investimento para ter um ponto físico.

Neste começo você vai economizar com a contratação de garçons, decoração, mesas, ambiente, etc. Dessa forma, é possível começar na cozinha da própria casa, desde que esteja dentro das normas da prefeitura de sua cidade.

2 – Tenha um cardápio enxuto

Para começar, o ideal é ter um cardápio pequeno, mas que conte com ingredientes de boa qualidade. Além disso, com poucas opções, as chances de você ser perder diminuem consideravelmente.

Em seu estoque, possua poucos ingredientes perecíveis, pois o gasto com armazenamento e compras recorrentes desses produtos podem ser um problema para as suas economias.

3 – Seja realista

Faça seu planejamento de acordo com o dinheiro que você possui para investir. Compre itens necessários e procure contato com fornecedores que possuam bons produtos e com preços justos.

4 – Tenha um horário certo

Determine um horário de funcionamento para que seus clientes saibam exatamente em quais momentos podem fazer pedidos sem ficar na mão.

5 – Invista em marketing

A propaganda e o Marketing são essenciais para atrair o público para o seu negócio. Já pensou em investir um pequena porcentagem do seu investimento e fazer campanhas nas redes sociais? Isso é algo que funciona e muito!

Como o empreendedor deve exercitar a mente?

Performance mental é essencial para manter os negócios na linha do sucesso

O empreendedor no Brasil tem desafios diários a serem superados, grandes responsabilidades que muitas vezes comprometem a sua principal escada para o sucesso: o cérebro. Muitas vezes, atrelados a outros problemas pessoais, o empresário vai caindo pouco a pouco em uma rotina, e vai perdendo, ainda que sem perceber, a sua performance mental. Performance, uma palavra que geralmente é atrelada a condições físicas, somente hoje é equiparada também ao lado emocional, que afeta diretamente a criatividade, o foco, a memória e consequentemente, o aprendizado. O que, convenhamos, é essencial para o sucesso!

Não estamos falando aqui de uma mera questão psicológica, mas sim de tratar a mente como parte de um organismo complexo, que é o nosso corpo. Já está mais do que comprovado: você é o que a sua mente pode ser! Apesar disso, poucos empreendedores apostam na performance mental para levar o seu negócio ao sucesso. Diariamente, enquanto trabalhamos, estamos colocando ela em prática, mas nem sempre com o máximo de seu potencial. Conseguir manter o seu nível de estresse diário sob controle, diante das adversidades que vão surgindo, não é uma tarefa fácil, porém, é possível e sempre podemos melhorar. Como?

Hábitos como os da meditação, alimentação e atividade física, estão diretamente ligados a estes fatores. Por exemplo, ter uma dieta equilibrada e consumir alimentos desinflamatórios, pobres em carboidratos, ricas em gordura, ômega 3 (e o componente DHA), peixe, azeite de oliva, etc, e evitar o glúten, leite e outros alimentos alérgenos, é fundamental. Enquanto o primeiro time traz nutrientes, vitamina e energia, o segundo time causa a inflamação do cérebro, o que compromete o seu rendimento. As atividades físicas também são essenciais, principalmente exercício aeróbicos que estão diretamente ligados à performance mental. A meditação é a chave dos maiores empreendedores de sucesso no mundo e deve ser cada vez mais praticada, pois um dos seus primeiros resultados é a melhora da concentração e do foco.

Muitos procuram a ajuda psicológica ou do coach, que sem dúvida são de grande valia neste processo, mas é preciso entender que o cérebro é também o responsável pela parte funcional de todo o organismo. É conhecido hoje na medicina que se o nível de testosterona no homem ou na mulher estiver muito baixo, haverá a tendência de se desenvolver depressão e a perda de concentração. Se os níveis de cortisol estiverem altos, haverão déficits no funcionamento cognitivo. Portanto, a performance mental vai muito além do simples lado emocional, tendo fatores externos ou não, a influenciar um determinado comportamento do cérebro 24h por dia. É preciso “malhá-lo” assim como se faz com o corpo na academia.

O sono é outro fator que contribui para melhorar ou prejudicar o cérebro. Basicamente, a performance mental é dividida em quatro sub-áreas: foco e concentração, aprendizado, memória e criatividade. Todos ficarão comprometidos diante de noites de sono mal dormidas. Nosso corpo é uma máquina do qual o cérebro é o comandante, e quando um comandante não vai bem, isso reflete em todo o resto ao seu redor, inclusive no que é externo ao empresário. Para ter uma carreira bem sucedida e ter uma equipe motivada é preciso ser o líder que a sua mente pode ser.

Dr. Thiago Volpi — Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), e pós-graduado em Nutrologia, o Dr. Thiago Volpi fundou em 2006 o Espaço Volpi, clínica especializada em tratamentos para emagrecimento, estética, beleza, saúde e bem-estar aliado à performance mental, que hoje conta com 47 profissionais especializados. Também é sócio de um restaurante em São Paulo e atua com o segmento de franquias.

Fonte: https://administradores.com.br/noticias/como-o-empreendedor-deve-exercitar-a-mente

Assessoria contábil: onde sua empresa encontra-se?

Estamos vivendo um pós-era. Assim como o pós-Revolução Industrial, onde os processos manuais e a manufatura foram substituídas pelas máquinas mecânicas, hoje deixamos de ser surpreendido pela tecnologia e convivemos tranquilamente com elas.

Empresas de tecnologia têm se tornado tendência no mundo empresarial e até mesmo as empresas que não trabalham diretamente com o setor tecnológico se vêem necessárias a implantar a tecnologia para tornar os seus processos de produção e desenvolvimento mais dinâmico.

Com isso, o status de empresa inteligente, que sabe utilizar a tecnologia e gerar resultados a empresa, tem sido almejado por todos empresários, independentemente do setor.

Vide isso, a assessoria contábil em cena. Muitas vezes utilizada justamente para uma condução de balanços e fechamentos financeiro, a condição estratégica por meio dos volume de dados fornecidos de forma massiva com a tecnologia faz com que assessoria contábil conduza a sua empresa para o stauts de empresa inteligente.

Mas, para isso, você precisa entender que existe alguns estágios que a sua empresa passa para chegar a esse status.

Primeiro

Por mais que estejamos falando de influência tecnológica atual nas empresas e da era pós-digital, uma coisa que é muito importante para a assessoria contábil é a praticidade e a plataforma mais utilizada nas empresas é justamente o tradicional Excel. Com ele você consegue organizar de forma didática e de rápidas alterações todas as informações para a construção estratégica da sua empresa.

Segundo

Um banco de dados organizado por departamentos é o segundo estágio importante para todas as empresas, pois é ali que as estratégias vão se encorpando e sendo difundido de setor a setor com ações específicos para que a empresa comece conversando entre si e, após isso, parta para uma diretriz de comunicação com o seus clientes. Além disso, esse sistema possui um espaço maior uma confiabilidade de segurança interna muito melhor para o trabalho com a assessoria contábil.

Terceiro

É no terceiro estágio que a assessoria contábil começa a colocar a mão na massa. Se você bem reparou, os dois primeiros estágios tendem a organizar as informações, primeiramente de forma mais ampla, usando o Excel, já na segunda de forma mais interna, com banco de dados permeando a comunicação interna entre deparamentos.

Com todos os departamentos tendo a sua comunicação de informações de forma individual, a assessoria contábil vai organizar estratégias diretas em conjunto, primeiramente com os departamentos e, posteriormente, de forma geral, sendo dela a total responsabilidade em potencializar a estratégia em resultados positivos para a empresa.

Quarto

Com toda a organização de informações nas mãos, a assessoria contábil vai ter em mãos informações 360º acerca do seu negócio como um todo.

  • Produto: você vai ter em mão plena convicção daquilo que comercializa;
  • Cliente: você vai ter a consciência de como o seu cliente em potencial pensa e age.
  • Concorrência: você vai partir na contramão dos pontos fortes da sua empresa e ir contra os seus pontos fracos, sendo a pedra na vidraça deles e com o conhecimento do produto, protegendo a sua vidraça;
  • Mercado: o supra sumo do conhecimento geral da empresa.

Por isso, muito maior do que ter em mãos a melhor das tecnologias, a assessoria contábil se faz fundamental para que venha extrair o melhor de todas as informações do mercado e potencializando os resultados da sua empresa, gerando resposta financeira.

Em resumo:

Agora que você já sabe o tamanho da assessoria contábil para a formação de uma empresa inteligente e já organizou-se para deixá-la na total condução dos processos de potencialização do seu negócio, saiba alguns mecanismos de inteligência que tendem a ajudar a sua assessoria contábil a fazer da sua empresa a mais inteligente do segmento.

  • Voice Bots
  • Big Data
  • Realidade aumentada
  • Telemetria
  • IoT
  • AI

Obs: Que fique claro que cada mecanismo aproxima-se mais do ideal para determinados segmento, por isso que temos que pensar inicialmente no fator assessoria contábil, pois ela terá total condições de saber qual mecanismo encaixa-se melhor com a sua empresa.

Com pouco espaço para erros, a pressão por resultados e a necessidade de implantar a cultura da inovação, como fica o executivo nesse processo?

Inovação: essa é a palavra da vez, que tem norteado ações, projetos e iniciativas de empresas em todo o Brasil. Afinal, em mercados cada vez mais tecnológicos e competitivos, ela deixou de ser um luxo para se tornar uma necessidade para os empresários e empreendedores e, até mesmo, um fator decisivo para a própria sobrevivência dos negócios.

Um estudo da empresa Accenture realizado em 2018 com 148 executivos da América Latina mostrou que, para 60% deles, seus negócios podem desaparecer se não forem feitos investimentos em novas tecnologias e inovação. Já a Confederação Nacional da Indústria apontou que, para 31% dos empresários, o grau de inovação da indústria deverá ser alto ou muito alto nos próximos cinco anos, especialmente por necessidade.

Em meio a essa necessidade, as companhias enfrentam um cenário de crescente instabilidade, decorrente de fatores políticos e econômicos que impedem a retomada do crescimento e a realização de novos investimentos estrangeiros. Com pouco espaço para erros, a pressão por resultados e a necessidade de implantar a cultura da inovação, como fica o executivo nesse processo?

Neste momento crucial, muitos executivos passam a se sentir inseguros. Eles sabem da importância dos projetos inovadores, mas também entendem que há riscos, especialmente com grandes quantias financeiras envolvidas no processo. Mas, com alguns cuidados essenciais, é possível se proteger dessas dificuldades e investir com segurança.

 

 

Primeiramente, ele precisa estar bem assessorado e preparado para conseguir colocar em prática o que planeja. O executivo deve envolver uma equipe capaz de se engajar no projeto e de buscar um objetivo comum além de conquistar o respaldo da diretoria.

Com uma equipe alinhada, é preciso estabelecer prazos e metas para que a gestão de projetos aconteça de maneira ágil e eficiente. Nesse sentido, é essencial realizar uma gestão de projetos com controle de metas, reports e acompanhamento dos trabalhos realizados. É isso que impedirá os desvios de rumo nos objetivos iniciais.

E, claro, contar com as ferramentas e tecnologias certas para impulsionar o negócio de maneira ágil também possibilita reduzir as incertezas e validar uma determinada solução. Para isso, pode ser muito válido contar com produtos e serviços complementares de parceiros que detêm a experiência para suportar a execução deste desafio, afinal isso implica em pessoas e mudanças.

Afinal, hoje a economia é feita de forma colaborativa. Nenhuma empresa consegue evoluir sozinha. Por falar evolução não há como não tratá-la como um projeto. Modelos como os de startups são fonte de referência para produzir de maneira ágil possibilitando ajustes necessários ao longo do trajeto de modo a assegurar o cumprimento dos objetivos, alavancando mudanças. A dinâmica do mercado atual é constante, então não dá para ficar travado pelo medo de errar ou perder muito tempo com longos e exaustivos planejamentos.

É possível mudar com segurança? Sem dúvida! Com bons parceiros é possível neutralizar as incertezas e ter mais propriedade para decidir por reagir optando em investir em inovação e alcançando resultados efetivos.

Fonte: https://administradores.com.br

Gestão contábil: últimas dúvidas sobre o crescimento da sua empresa

De acordo com um bom leque de possibilidades, você seguiu um curso que tem levado a sua empresa ao crescimento. Mas isso pode levar você ter uma série de dúvidas, até porque toda novidade possui os seus estranhamentos, logo de cara.

Todo empresário, nos moldes de crescimento da sua empresa, tem que arcar com os riscos, mas sempre tendo domínio quanto a realidade da empresa.

Dentro de um contexto de gestão contábil e toda análise acerca, não só das questões financeiras da empresa, mas de todo projeto estrutural, escrevemos esse artigo.

Você, como empresário, precisa ter total domínio quanto aos “boons” do seu negócio, pois eles podem ser prejudicais, se desenfreados. É quando entramos naquele papo de que menos é mais.

A gestão contábil pode trazer um curso de etapas e construção de projetos muito importante para a realidade da empresa e o seu crescimento como um todo e de forma organizada.O conjunto do crescimento

Você, como empresário, independentemente do segmento, precisa trabalhar com o público – seja minimamente por causa de conceitos sociais.

E quando falamos de opinião pública, falamos, mesmo que “sem querer” de um crescimento coletivo, ou seja, em conjunto.

A partir daí temos a linha tênue entre o crescimento conjunto e a influência direta (seja negativa ou positiva) e a forma que elas influenciam o crescimento, de forma em geral.

Por isso cabe a gestão contábil atuar diretamente nesse momento de gestão da empresa, para o controle das influências externas no modo de gerenciamento do negócio.

Nesse momento é importante, também, que você não tenha o dedo podre e saiba quem vai caminhar ao seu lado dentro da visão empresarial.

A partir daí cabe a você, empresário, em conjunto com os dados fornecidos pelas observações da gestão contábil, organizar lideranças e ter em mãos todo um organograma responsável pelo desenvolvimento metódico de todos os processos da empresa, com todos os departamentos falando a mesma língua em todas as ações.

Se preciso for, e é muito importante, busque uma mentoria empresarial.Acompanhamento

Essa é hora onde a gestão do negócio será não só entrevistada, mas, sim, sabatinada. Sendo algo que faz bem, tanto para empresa de modo geral, quanto a transparência dos fatos.

Essa sabatina servirá para o mentor entender como a empresa trabalha, chegando, também, ao ponto de descobrir os pontos fracos e forte da empresa.

A entrevista permite a criação de uma identidade jurídica prática da empresa e a ideia de quais seriam as melhores parcerias que poderiam ser firmadas com essa empresa, que seria interessante dentro de uma via de mão dupla.

Por fim, a relação com o poder, dentro dos aspectos de liderança em potencial da parceria também são trabalhado dentro desse contexto de montagem estratégica que potencializa as ações desenvolvidas em cada parte da parceria e é de fundamental importância para o descobrimento da identidade da empresa, bem como o que ela pode fazer para crescer a cada dia.Por fim…

Quando você apoiar a sua empresa no processo de parceria de consultoria e análise empresarial, algo que você irá praticar com maior frequência é a autocrítica.

É bom que você esteja constantemente se questionando e sendo questionado para refletir sobre o segmento do seu negócio.

Você precisa conduzir o seu negócio dentro de fatores estratégicos e sem apego emocional. Você ser proprietário não te dá o direito de mandar e desmandar gratuitamente, se você quiser que a sua empresa.

Muitas vezes temos que engolir seco o orgulho e reconhecer que há coisas dentro da nossa empresa que, mesmo sendo nossa, não cabe a nós.

Com isso, deixe com que a gestão de negócios da sua empresa esteja livre para trabalhar e dê flexibilidade para que ele cultive mais preocupações técnicas, dando dicas, impondo limites e sendo parte integrante do projeto.

Como o MEI deve calcular seu faturamento?

Para quem está começando a empreender acaba tendo dificuldade para separar o que é lucro e faturamento. Para exemplificar: lucro é o que você ganha após descontar todos os custos e despesas. Já o faturamento é tudo o que você recebe independente dos gastos, ou seja, o bruto.

Em nosso texto, vamos explicar só que é o faturamento e explicar o que o MEI precisa fazer para não ter problemas na hora de declarar o Imposto de Renda.

Se o Microempreendedor Individual pretende manter-se sob este regime, seu faturamento anual não pode ultrapassar os R$ 81 mil reais. O que confunde o empreendedor é que este valor deve ser calculado proporcionalmente ao tempo de formalização.

Explicando o faturamento

A primeira coisa que deve-se entender é que o valor do limite indicado aos MEI’s é o total de tudo que você recebeu durante todo o ano. Ou seja, não deve-se subtrair nenhuma despesa deste valor. Um exemplo: vamos supor que no mês de outubro, você faturou R$ 3mil reais, mas teve despesas de R$ 4mil reais. O resultado final é que você teve um prejuízo de R$ 1mil reais, porém seu faturamento continuou sendo de R$ 3mil.

Agora, se você recebeu um valor de R$ 5mil reais e teve uma despesa de R$ 2mil, seu lucro foi de R$ 3mil, mas seu faturamento continua sendo de R$5mil.

O limite de faturamento para este ano é de R$ 81mil e este valor deve ser dividido em 12 meses. Em resumo: quem se formalizar em janeiro poderá ter este faturamento total. Nos demais casos, o faturamento é contado proporcionalmente de acordo com o número de meses trabalhados.

Contando o faturamento do MEI

Para saber o valor mensal é muito simples: divida os R$ 81mil por doze meses e você terá o valor de R$ 6750 por mês. Resumindo: se você trabalhou como MEI por seis meses, saiba que seu faturamento deve ser até seis vezes este valor.

O que acontece se o valor ultrapassar os R$ 81mil?

Existem duas opções:

A primeira é que se o seu faturamento ultrapassou o valor limite, mas não mais que 20% (R$ 97200), você poderá manter-se como MEI até o fim do ano vigente, porém deverá pagar uma DAS complementar. Após o fim do ano você será desenquadrado deste regime.

No segundo caso, ultrapassando o valor e também os 20% de tolerância, o MEI é obrigado a pedir imediatamente o desenquadramento desta categoria através do Portal do MEI.

Se este for o seu caso, é um ótimo sinal, pois significa que sua empresa está indo bem e você está conseguindo faturar cada vez mais.

Hamburgueria artesanal: dicas para ter sucesso

As hamburguerias artesanais tem feito muito sucesso no Brasil e isso acabou atraindo milhares de empreendedores com vontade de conquistar independência financeira. Mas como em todo negócio, é preciso ter muita sabedoria e jogo de cintura na hora de abrir o seu próprio negócio.

Ao contrário do que muitos pensam, não basta apenas ter uma boa ideia e dinheiro para investir. Você precisar estar atento às dificuldades que virão no meio do caminho e pra isso vamos te dar algumas dicas que podem ajudar neste começo.

– Localização

Encontre um ponto estratégico e com um bom fluxo de pessoas. Fique atento aos horários em que a passagem de pessoas pelo local é maior, pois isso vai te ajudar na hora de montar sua estratégia de venda. Além disso, pense no espaço interno que você precisará, pois normalmente os restaurantes utilizam 40% de seu espaço para a cozinha e os 60% restantes para área de atendimento aos clientes.
Outra opção é a utilização de um food truck, mas lembrando que mesmo nestes casos, a localização do ponto deve levar em conta os quesitos anteriores.

– Equipamentos

Investir nos equipamentos industriais também é muito importante, pois quanto mais profissional seu negócio for, mais credibilidade passará e automaticamente atrairá mais clientes. Existem alguns equipamentos que são considerados como básicos em qualquer cozinha, são eles: freezer, refrigerador, mesa de preparação, grelha, cortadores e fritadeiras.

– Identifique seu público

Este item se comporta da mesma maneira que a escolha do ponto onde abrirá seu negócio. O público é de extrema importância para o sucesso da sua empresa. Se achar necessário, limite seu público-alvo até obter mais confiança a fim de expandir seu empreendimento.

– Analise a sua concorrência

Acompanhe outras hamburguerias e fique por dentro sobre os produtos oferecidos e o que é mais vendido em cada um. Assim ficará mais fácil na hora de criar o seu cardápio. Identifique também em quais setores o seu concorrente se destaca e em qual falha e tente tomar isto como uma lição.

– Licenças e Alvarás

Este é um dos passos mais importantes e vai depender da cidade onde seu negócio será aberto. Mas de qualquer maneira, é preciso saber exatamente quais as licenças e alvarás serão necessários para abrir uma empresa neste ramo. Esteja com toda documentação em ordem e evite transtornos futuros.

O que é uma Startup e como criar?

Muito tem se ouvido falar a respeito das Startups, mas nem todo mundo sabe muito bem do que se trata e para que serve. Trata-se de um modelo de negócios que possui um crescimento rápido e buscar sanar as dores e resolver os problemas de seus clientes. Mas não basta ter uma ideia brilhante e pronto. Seu produto e/ou serviço deve ter uma base sólida.

Neste percurso vão surgir alguns problemas de gestão, seja no administrativo ou em qualquer outro aspecto, mas saiba que isso é normal. Saiba que para que seu negócio dê certo, será necessário muito trabalho e muita dedicação. Em alguns casos é possível que o sucesso venha de maneira rápida, porém é preciso ter muita disciplina e estudo de caso.

Como começar?

Uma das vantagens deste modelo de negócios é que os valores para investimento inicial tem caído progressivamente. Em resumo, procure planejar e identificar o quanto você vai precisar investir para começar o seu negócio.

O segundo passo é buscar conhecimento em empreendedorismo, marketing, gestão e vendas, pois cada um desses itens irá te ajudar em um aspecto diferente da sua empresa.

Você está preparado para empreender?

Muitos acreditam que ao se tornar empreendedor, você trabalhará menos e todos os seus problemas estarão resolvidos, mas lembre-se que não é bem assim. Na verdade, você precisará trabalhar muito mais.

A primeira diferença e, talvez, a mais perceptível, é que você não terá a segurança de uma salário fixo como em um emprego tradicional. Outro ponto é que sua dedicação deverá ser praticamente exclusiva ao negócio se quiser ter resultados, afinal, nem sempre o retorno do investimento é rápido.

Marketing e Vendas

Não economize dinheiro com o Marketing, pois mesmo que sua ideia seja brilhante, ela não se venderá sozinha. Mesmo que você consiga que ela viralize, saiba que será por pouco tempo e não terá bases sólidas para manter-se assim.

Busque ferramentas para te ajudar com isso e se possível tenha uma profissional voltado só pra isso. Caso não seja possível, procure as informações necessárias e o que você pode fazer neste quesito. O Marketing vai te ajudar a atrair mais clientes.

Identifique seu público

Se público-alvo é um fator de extrema importância. Faça um levantamento de idade, sexo, profissão e o que mais conseguir filtrar. Através desse estudo, você conseguirá guiar o seu negócio de maneira mais eficaz e mirar no publico que quer atingir. Converse com seus primeiros clientes peça um feedback para entender o que você pode mudar e melhorar seu produto.

Usar o marketing de conteúdo pode alavancar suas vendas

Hoje em dia, muitas empresas tem utilizado o Marketing Digital para alavancar suas vendas. Para sair na frente, é necessário apostar nessa estratégia para conseguir destaque em meio à concorrência. Criar um blog tem sido uma ótima ferramenta para atrair público e isso faz parte do que chamamos de Marketing de Conteúdo.

Criando conteúdos relevantes, uma marca consegue se posicionar bem nos mecanismos de busca e assim conquistar o tráfego orgânico. Além disso, os leitores passam a conhecer mais sobre o assunto tratado e tendem a fechar compras com mais facilidade. Existe outro ponto positivo: o profissional encarregado de criar o blog e os conteúdos, conseguirá obter mais conhecimento através de suas pesquisas.

Primeiros passos:

Assunto

Este passo é um pouco óbvio, pois a primeira coisa a ser feita é a escolha do tema. O ideal é que você opte por um assunto que tenha muito conhecimento ou até mesmo domine.

Escolha e compre seu domínio

Escolha o domínio utilizado no seu site/blog e dê preferência para nomes que deixem claro o seu nicho. Depois faça o registro e compre também a hospedagem.

Defina seu público-alvo

Definir seu público-alvo é fundamental para que nos próximos passos você consiga definir quais as estratégias utilizadas para alcançá-lo. Faça uma lista e projete todas as características de seus possíveis clientes. Dessa forma, fica muito mais fácil criar conteúdos que atinja essas pessoas.

Estude técnicas de SEO

Para conquistar boas posições nos mecanismos de busca é necessário que se faça um bom trabalho de SEO. Ter um site rápido, páginas responsivas, definir palavras-chaves, são algumas das técnicas utilizadas para manter um blog no topo.

Bons conteúdos

Os conteúdos devem ser interessantes, relevantes e responder as dúvidas do seu público. As pessoas procuram soluções para os seus problemas e se seu conteúdo ajudar, as chances do seu blog crescer são muito boas.

Prestação de Serviços: como abrir uma empresa nesta área?

Abrir uma empresa de Prestação de Serviços pode ser uma ótima oportunidade de empreender. Se você tem interesse, fique atento ao nosso artigo, pois falaremos sobre o assunto e indicaremos alguns pontos importantes durante este processo.

Segundo um levantamento do IBGE, o ramo de prestação de serviços é o que mais conta com empresas registradas no país. Isso faz com que esta área se torne se suma importância para a economia do país. Além disso, a cada ano, o ramo atrai mais empreendedores e isso porque o setor de serviços abrange uma grande quantidade de profissões. Veja:

1 – Decida o nome

Existem duas maneiras de se abrir uma empresa nesta área: sendo um profissional técnico ou não tendo formação, mas possuindo um equipe que a tenha.

Antes de buscar a formalização, será necessário pensar em um nome e para isso, o ideal é que você pesquise se na sua região já não existe. Outro ponto é que deve ser um nome que chame atenção dos clientes e fique marcado.

2- Pesquise e escolha um regime tributário

Essa parte é um pouco mais burocrática e possivelmente você precisará do auxílio de um contador. Aqui você precisará analisar o seu negócio para saber em qual regime tributário sua empresa se encaixa, seja Lucro Presumido, Lucro Real ou Simples Nacional.

3 – Busque a formalização

Após a escolha do regime tributário, você precisará se formalizar. Verifique na prefeitura de sua cidade quais os documentos necessários para iniciar. A formalização é importante, pois com isso você poderá conseguir crédito para ampliar o seu negócio e poderá emitir notas fiscais, o que te dará mais credibilidade.

4 – Faça um plano de negócios

Faça um plano de negócios bem detalhado. Na internet é possível encontrar o modelo, inclusive no próprio Sebrae. O plano de negócios servirá como um guia para sua empresa e o ideal é que você consiga segui-lo o mais fielmente possível.

5 – Elabore um Contrato Social

Elabore um contrato social, mas para isso, a ajuda de um advogado especializado na área será muito bem vinda. Caso você possua sócios, indique no contrato os valores investidos por cada um e assim evite problemas futuros.

6 – Providencie todas as licenças e alvarás

Busque informações sobre todos os documentos solicitados pela prefeitura de sua cidade. Providencie o quanto antes todas as licenças e alvarás solicitados e evite problemas com a fiscalização.

7 – Terceirização pode ser uma saída

Caso você decida terceirizar seus colaboradores, fique atendo às leis da terceirização. Fique bem informado e avalie se o seu negócio se encaixa bem a esta forma de trabalho.

Agencia de Turismo: dicas para abrir uma

A era digital transformou o jeito de comprar pacotes de viagens. Hoje em dia, acompanhamos as mudanças que vieram na forma de conseguirmos transporte e hospedagem e isso através de empresas como como Airbnb, Uber ou Hotel Urbano. Justamente por isso, é extremamente necessário que você esteja munido de muitas informações, antes de abrir uma agência de turismo, pois precisará correr atrás do prejuízo se quiser entrar na concorrência.

Segundo a Organização Mundia de Turismo, no último ano, mais de um bilhão de pessoas fizeram viagens pelo mundo e isso indica um crescimento favorável às empresas de turismo. Além disso, nosso país tem sido eleito como um dos que possuem mais diversidade cultural e um dos mais bonitos. Em resumo, o cenário está favorável para quem quer atuar nesta área.

Acompanhe cinco dicas para te ajudar neste caminho:

Escolha o nome

Após a escolha do nome, verifique se não outras empresas que possuam o mesmo nome e principalmente, no mesmo ramo de atividade.

Consulta Comercial

O primeiro passo é descobrir se o local escolhido para abrigar sua agência, pode se tornar um comércio. Isso pode ser verificado através da Prefeitura ou Secretaria Municipal de Urbanismo de sua cidade.

Alvarás e Licenças

Faça o requerimento de sua licença e alvará de funcionamento. Isso deverá ser feito na Secretaria Municipal da Fazenda.

Busque formalização

Solicite seu CNPJ e Inscrição Estadual junto à Receita Federal. Além disso, efetue o Contrato Social através da Junta Comercial de sua cidade.

Registre seu negócio

Após criar sua empresa, será necessário cadastrá-la no Ministério do Turismo. Veja quais os ramos devem fazer este registro:

  • guia turístico
  • hospedagem
  • transportadora turística
  • organizadora de eventos
  • acampamento turístico
  • parque temático

Para finalizar, cuide do Marketing de sua empresa e busque novos clientes, pois a concorrência é grande, porém o mercado é amplo e vive constante expansão.

Dicas para conciliar sua carreira e seu próprio negócio

Empreender tem sido a palavra da moda atualmente. Tem até se discutido a possibilidade de que as escolas passem a ter o empreendedorismo como uma das matérias na grade curricular.

Porém alguns empreendedores ainda não estão preparados para abandonar a carreira e abrir seu próprio negócio. Porém possuem o receio de empreender e ter um emprego fixo ao mesmo tempo, pois acreditam que é impossível conseguir fazer as duas funções com qualidade. Mas segundo alguns empreendedores, que passam por isso, existem formas se evitar o stress e obter sucesso nessa situação.

Neste artigo, vamos passar algumas dicas que vão facilitar a vida do empreendedor que quer conciliar sua vida profissional.

– Não se sobrecarregue

Se o seu negócio conta com funcionários, aprenda a delegar as funções, pois isso vai te poupar tempo. Além disso, na sua ausência, esta pessoa conseguirá resolver as pendências sem muitos problemas.
Essa dica serve também para quem possui um sócio, pois o ideal é dividir as funções de maneira que ninguém saia prejudicado.

– Organize-se

Mantenha uma rotina organizada. Defina horários e funções e procure segui-las corretamente. Dessa maneira, você conseguirá manter seu planejamento sem muito desgaste.

– Foco

Não misture os trabalhos. Enquanto estiver no seu trabalho, pense apenas nele e o mesmo serve para quando estiver no seu negócio. Manter o foco é importante para a produtividade.

– Acompanhe seu negócio

Mesmo quando você estiver em casa, acompanhe seu negócio e assim conseguirá diminuir a culpa por não estar 100% dedicado a ele.

– Planejamento Financeiro

Por fim, o planejamento financeiro é essencial para garantir sucesso no seu negócio. Ter uma reserva que servirá como capital de giro é muito importante para momentos de crise. Além disso, vai te ajudar a ficar mais tranquilo para desenvolver o trabalho sem se prender muito às questões financeiras.

As vantagens de ter uma conta jurídica

Neste artigo, vamos explicar as vantagens de um MEI optar por uma conta-corrente jurídica. Por vezes em nossas vidas precisamos fazer escolhas e acabamos indo para o que é mais fácil, mas essa nem sempre é a melhor escolha.

Não existe nenhuma ilegalidade em efetuar transações bancárias em conta de Pessoa Física mesmo sendo um Microempreendedor individual, porém existem algumas desvantagens.

Vamos às vantagens:

– Evita problemas com a Receita Federal

Mesmo o Governo não impedindo o MEI de usar uma conta-corrente Pessoa Física, a Receita Federal recomenda que as finanças pessoais e as jurídicas fiquem separadas.
Ter uma conta de Pessoa Jurídica é uma maneira de evitar cair na Malha Fina. Também é uma maneira de manter a empresa dentro das exigências da Receita, caso haja algum pedido de comprovação de pagamentos e recebimentos.

– Aumento da credibilidade

Ter uma conta jurídica vai te ajudar a ter mais credibilidade perante seus clientes e seus fornecedores. Além disso, você conseguirá empréstimos e financiamentos com mais facilidade, uma vez que as linhas de crédito e análise são diferentes para quem possui CNPJ.Outras vantagens:

  • Melhor controle das finanças da empresa;
  • Opções de crédito;
  • Facilidade na gestão do fluxo de caixa, contas a pagar e a receber.

Como é a burocracia para a abertura da conta?

Quando falamos da abertura de uma conta jurídica, é natural que logo imaginemos que se trate de algo muito distante e burocrático. Já idealizamos a entrega de inúmeros documentos, com assinaturas, comprovações e etc.
Hoje em dia existem os bancos digitais que estão aí para beneficiar, principalmente, os MEI’s, pois é possível abrir sua conta online e até mesmo pelo seu celular.
O mais interessante nesta nova modalidade bancária é que a maioria não cobra taxas e a burocracia é praticamente nula.

Como abrir um negócio com pouco dinheiro

A quantidade de brasileiros que tem o desejo de empreender é gigantesca, porém o fator que mais impede que isso aconteça é a falta de dinheiro para investir. Em tempos de crise, conseguir dinheiro para abrir seu próprio negócio tem sido cada vez mais difícil.

Não é impossível abrir um negócio com pouco investimento e por isso, neste artigo, vamos lhe dar algumas dicas. É preciso ter muito cuidado na hora de abrir um novo empreendimento, principalmente se você não for utilizar empréstimo ou financiamentos bancários.

Quando você consegue empregar bem o seu dinheiro, as chances de sucesso aumentam consideravelmente.

– Procure um sócio

Começar uma empresa sem dinheiro não é uma tarefa simples, mas você pode tentar o auxílio de um sócio. Mas lembre-se de ter muito cuidado na hora de escolhê-lo. Este sócio deve ser um parceiro nas finanças e nas ideias também.

– Obtenha mais informações sobre sua ideia de negócio

Converse com pessoas de sua confiança e descubra o que elas acham do seu produto/serviço, mas lembre-se que elas podem não ser muito sinceras, justamente pela proximidade com você. Nesta situação, o ideal é pedir opinião de pessoas que não estejam envolvidas emocionalmente com o negócio.
Este passo é muito importante para que você tenha certeza de que sua ideia não é apenas uma empolgação inicial.

– Procure ajuda de um profissional da área

É muito interessante pegar dicas com pessoas da mesma área e que já tenham experiência no modelo de negócios. Essas pessoas podem agregar valor à sua empresa, além de trazer opiniões diferentes das suas. Isso vai fazer com que você enxergue todos os lados do seu empreendimento.

– Faça contratações pontuais

Na hora de procurar pessoas para trabalharem para você, deixe de lado laços familiares e de amizade, ou seja, as contratações devem ser feitas apenas através de aspectos técnicos e qualidades profissionais. O melhor é que você terceirize a contratação de colaboradores, pois isso enxuga sua folha de pagamento e facilita sua vida na área administrativa de sua empresa

– Priorize sua clientela

O cliente deve vir em posição de destaque e deve fazer parte de sua estratégia empresarial. Se sua empresa será aberta com pouco dinheiro, tenha em mente que seu cliente será seu maior patrimônio.

– Tenha um produto/serviço de qualidade

Você precisa superar as expectativas dos consumidores com relação ao seu produto e/ou serviço. Preze pela qualidade para garantir fidelidade dos seus clientes e que fique claro que pouco investimento não é sinônimo de serviço ruim.

– Propaganda e Marketing

Faça muita propaganda e aproveite as mídias sociais. Dê visibilidade à sua marca e aproveite as ferramentas gratuitas das redes sociais. Muitos empreendedores acabam perdendo vendas por não apostarem no Marketing como deveriam.

O que é e como construir um modelo de negócios para sua empresa?

O Modelo de Negócios nada mais é que um instrumento que ajuda o empreendedor a começar bem o seu negócio. O objetivo é descrever todos os passos e elementos do seu empreendimento e usá-lo como uma espécie de cartilha. Nele deve conter: segmento, público-alvo, canais de distribuição, proposta de valor, relacionamento com clientes, recursos, parcerias e custos.

Ele pode ser feito em blocos, dessa forma, fica mais fácil visualizar todas as funções e isso ajuda o empreendedor na hora de avaliar todas as possibilidades a serem seguidas. O maior benefício do Modelo de Negócios é a praticidade na hora de entender todos os processos. Com papel e caneta já é possível iniciar um rascunho do que deseja colocar em prática.

Mas para que funcione bem, o empreendedor precisa entender que todos os blocos desenvolvem-se entre si e estão interligados, ou seja, um depende do outro para funcionar harmonicamente.

– Ideia de Negócios
Defina sua ideia de negócio e a coloque em um quadro para que o modelo se inicie a partir dela.

– Use lembretes
Não coloque as ideias diretamente no quadro, pois não poderá fazer ajustes. O ideal é utilizar post-its.

– Não tenha medo de errar
Erros irão acontecer em qualquer momento do projeto. Tenha em mente que você não deve desistir se isso ocorrer.

– Faça com calma
O empreendedor pode ter o tempo que quiser para preencher todos os blocos ou fazer alterações.

– Reflexões
Lembre-se que seu modelo de negócios serve com um ponto de reflexão, ou seja, constantemente você deve avaliar e pensar em mudanças caso algo não esteja funcionando.

– Teste
Use o quadro para registrar ideias e possivelmente aperfeiçoá-las. Mas antes de colocá-las em prática, lembre-se de fazer testes.

Com o Modelo de Negócios o empreendedor tem a chance de elaborar estratégias e conseguir aumentar seu lucro.

O crescimento do empreendedorismo no Brasil

A economia sempre foi impulsionada pelo empreendedorismo, porém de alguns anos para cá, o número de empreendedores aumentou consideravelmente. O motivo para tamanho crescimento é a crise financeira que o país passa já há alguns anos.

Neste ponto, existem duas maneiras de empreender: aqueles que tem um planejamento e os que empreendem no susto, após perder o emprego. Tanto uma maneira quanto a outra tem seus prós e contras. Mas existe um dado que é muito preocupante: muitas empresas fecham as portas com pouco mais de um ano de existência. Isso ocorre, principalmente, por falta de planejamento.

Uma boa parte dos empreendedores são pessoas que ficam desempregadas e acabam de desesperando. Neste momento, resolvem empreender por medo de ficar sem nenhuma renda. E o que acontece? Não planejam como usar seus recursos, não tem conhecimentos suficientes para a devida administração do negócio e torna tudo uma bomba relógio.

Para que um negócio dê certo, é preciso observar, estudar, pesquisar, avaliar o nicho de mercado em que irá se inserir e elaborar um bom Plano de Negócios. Ele servirá como uma guia de todas as etapas de abertura de sua empresa. Além disso, ele não precisa ser definitivo, durante o seu “percurso” pode haver alterações que você considere importantes.

Um dos cuidados que o empreendedor deve ter é com o entusiasmo, pois não basta apenas ter conhecimento técnico sobre seu negócio. É preciso entender um pouco sobre logística, finanças e administração no geral. Vamos a um exemplo clássico: Marcos é bancário e trabalha há mais de cinco anos em um famoso banco brasileiro. Mas ele tem um hobby que é cozinhar, coisa que faz muito bem. Em um dado momento, Marcos perde seu emprego e se vê sem saber o que fazer. Seus amigos o incentivam a usar seus conhecimentos culinários e sua rescisão de trabalho para abrir um restaurante. Pode dar certo? Claro! Mas o que devemos ter em mente é que não basta apenas saber cozinhar, pois o Marcos terá que cuidar das entregas, do financeiro, da compra de insumos, etc.A falta de um bom Plano de Negócios é uma falha muito comum em muitos negócios que começam no susto. Nestes casos, o ideal é que você utilize os serviços de uma boa assessoria contábil que te ajudar com toda parte burocrática e te deixar livre para cuidar de outros pontos da sua empresa.

Os primeiros passos para se regularizar como MEI

Antes de qualquer coisa, fique ciente que todo o processo de abertura e formalização do Microempreendedor Individual, não desprende custos ao empreendedor que interessar. O processo é gratuito e pode ser feito virtualmente, no Portal do Empreendedor.

Porém, é natural que no processo você venha necessitar de uma consultoria contábil para manter em ordem todas as suas finanças e processos burocráticos. Por isso, neste artigo vamos fornecer uma primeira consultoria contábil no que se diz a respeito da abertura e formalização do MEI para que você venha desempenhar o seu serviço de forma autônoma.

A abertura, bem como a formalização e a declaração no primeiro ano pode ser feia também gratuitamente por meio de serviços contábeis, por meio do Simples Nacional.

O MEI não precisa obrigatoriamente ter um contador, mas o indicado é que você tenha um de suporte para a apresentação de documentação e cuidado financeiro. Antes de definir uma contabilidade para cuidar do seu CNPJ, busque algumas consultoria contábeis e veja se essas contabilidades podem ajudar em seu processo.

Primeiro passo:

Através do Portal do Empreendedor você pode pesquisar e tirar todas as suas dúvidas em relação ao processo de formalização do Microempreendedor Individual. Nessa pesquisa, observe quais são as atividades que são permitidas desempenhar como MEI, tão com se no seu Município, Estado ou Região há alguma prescrição local, o que é comum no que se diz a respeito do MEI. É bom você também realizar uma consultoria contábil para ficar por dentro da realidade financeira, já que você, quando Microempreendedor Individual, tem um teto de gasto em 60 mil reais, por isso terá que deixar a sua empresa nesse padrão patrimonial.

Entre no site “Portal do Empreendedor” por meio do endereço: portaldoempreendedor.me. Através do próprio site você terá encaminhado o processo de cadastramento do seu MEI em poucos minutos e de forma gratuita. Mas se ainda houver dúvidas específicas quanto ao cadastro do MEI, o ideal é entrar em contato com o SEBRAE, que disponibiliza gratuitamente um telefone para contato em: 0800-570-0800.

O Microempreendedorismo Individual veio para auxiliar os pequenos empresários a conseguirem se formalizar de maneira menos burocrática. Em poucos passos é possível ter seu CNPJ e aproveitar os benefícios que o acompanham.

Vale a pena abrir empresa de alimentação saudável?

O ramo da alimentação cresce a cada dia no Brasil, mesmo em tempos de crise. Hoje em dia, as comidas saudáveis tem chamado ainda mais a atenção tanto daqueles que querem se alimentar melhor quando dos que querem empreender neste ramo.

O mercado está aquecido, pois cada dia mais as pessoas tem sentido a necessidade de melhorar sua saúde através da sua alimentação. Por isso, se você se interessou por este mercado e quer empreender, aconselhamos que acompanhe nosso artigo:

Investimento

Um dos pontos altos desta área é o investimento relativamente baixo. O maior gasto inicial é com os insumos e as embalagens. Mas atente-se em ter boas panelas e um fogão com qualidade para iniciar o seu negócio sem correr risco de deixar seus clientes na mão.

Plano de Negócios

Mesmo que você já tenha um negócio no ramo da alimentação, o ideal é que você crie um plano de negócios que tenha os detalhes e conceitos do seu projeto. Ele vai servir como um guia para os seus próximos passos.

Invista na venda de pacotes e planos

Muitas pessoas que passam a se alimentar de maneira saudável, resolvem transformar isso em um novo estilo de vida. As chances de agradar seus clientes aumentam muito, quando você cria pacotes semanais ou mensais e oferece descontos para quem fechar com você. Isso atrai novos clientes.

Tenha uma estrutura adequada

Caso você vá abrir um restaurante, preocupe-se com a higiene e também em ter um espaço amplo e arejado para atender seus clientes. Lembre-se que a cozinha deve ser organizada e muito limpa.

Se você trabalhará apenas com delivery, sua maios preocupação será com os materiais de trabalho e com a entrega.

Procure conhecimento

Para a criação dos cardápios, você precisa entender quais alimentos podem ou não ser congelados e a maneira correta de preparar cada um deles. Fazendo isso de maneira equivocada, você pode perder o sabor do alimento além de perder matéria-prima e acabar ficando no prejuízo.

Além do conhecimento técnico, é interessante também, que você entenda um pouco de finanças. A administração da sua empresa deve funcionar de maneira correta e em parceria com os outros setores.

Para finalizar, procure regularizar sua empresa e conseguir assim os benefícios através disto. O MEI é uma ótima opção para quem vai iniciar um negócio.

MEI completa dez anos com mais da metade de inadimplência

O programa do microempreendedor individual (MEI) completou dez anos em julho e tem ajudado milhões de brasileiros a se formalizarem e assim conquistarem independência financeira.
Hoje em dia são cerca de 8,6 milhões de pequenos empresários cadastrados, mas infelizmente uma grande parcela destes estão inadimplentes. Quando isso ocorre, o microempreendedor acaba perdendo muitos dos direitos conquistados com a formalização.
Segundo uma pesquisa feita em maio deste ano, cerca de 54% dos MEI’s estão com atraso no pagamento da taxa (DAS).

Mas o que acontece com os inadimplentes?

O primeiro passo é perder os benefícios que são:

  • Salário-maternidade (a partir de 10 meses de contribuição);
  • Aposentadoria por invalidez e auxílio-doença (após 12 meses de contribuição);
  • Auxílio-reclusão;
  • Pensão por morte para seus dependentes.

Além disto, o período sem pagamento não será contabilizado como tempo de contribuição para a aposentadoria.

Formalização

A formalização é importante  para os pequenos negócios e também para os trabalhadores autônomos como vendedores, doceiros, manicures, cabeleireiros, eletricistas, entre outros e tudo isso a baixo custo. Negócios que faturam até R$ 81 mil por ano (ou R$ 6,7 mil por mês) e têm no máximo um funcionário podem aderir ao MEI. Além de tudo isso, o empreendedor poderá emitir  notas fiscais, alugar máquinas de cartão e terá acesso a empréstimos que devem ser utilizados em seu negócio.
Para saber se seu negócio se enquadra no MEI, basta acessar o Portal do Empreendedor e verificar se sua empresa está dentre as 500 atividades listadas.

Inadimplência

Para reduzir a inadimplência, o governo tem tentado facilitar ao máximo o pagamento das guias. O empreendedor consegue pagar online e a iniciativa foi desenvolvida para conscientizar os trabalhadores.

Valores

Hoje, o custo mensal do registro é de R$ 49,90, que pode ser acrescido de R$ 1 se o ramo exercido for comércio ou indústria (ICMS), ou de R$ 5, em ISS, se for do ramo de serviços – dá um total de R$ 54,90. Caso sua empresa envolva as três atividades (comércio, indústria e serviços), o valor mensal vai para R$ 55,90.

O plano de negócios é a chave pra sua empresa

O empreendedorismo no Brasil tem sido pauta constante em diversos meios de comunicação, pois tem vivido uma crescente em tempos de crise. Todos os dias surgem mais pessoas em busca de criar próprio negócio com o objetivo de viver por seus próprios meios.
A vontade de empreender não é o suficiente para alcançar o sucesso, ela é apenas o ponto inicial. O que vai dar forma à sua ideia é o planejamento. Ele vai evitar que o futuro empresário cometa erros no caminho que atrapalhem a evolução do seu negócio.

Muitos se preguntam o que fazer para evitar a falência precoce e o que podemos adiantar é que o primeiro passo é a criação de um Plano de Negócios. Mas o que é isso?
O Plano de Negócios é um documento onde consta os seus objetivos com o negócio e quais passos devem ser seguidos para alcançá-los.
Com o documento em mãos, o empreendedor vai ter uma visão mais ampla do mercado escolhido e obter mais detalhes sobre o setor. Além disso, vai ter uma ideia do quanto é viável a abertura de sua empresa no ramo escolhido.Como criar o Plano de Negócios

* Defina quais tipos de serviços e/ou produtos serão oferecidos, qual o público-alvo e quanto tempo será necessário para obter de volta o dinheiro investido.

* Escolha o enquadramento tributário e o capital social para inicio do negócio. Não esqueça de acrescentar um investimento para o marketing que será de total importância para captação de clientes.

*Faça uma boa análise financeira onde deve ser computado todos os gastos e investimentos fixos e variáveis. Procure estimar capital de giro e faturamento mensal da empresa. Nestes investimentos devem estar inclusos os custos de materiais e matérias-primas.

*Faça simulações de valores com relação as vendas, que devem ser pessimistas e otimistas. É uma maneira de tentar de precaver no caso de uma situação desfavorável e já pensar em ações que solucionem os problemas.Mesmo ao final do processo, é interessante que o empreendedor revise o Plano de Negócios periodicamente, inclusive após a abertura da empresa. Isso faz com que o negócio ande nos trilhos e diminui consideravelmente as chances de fechamento.

Empresa pode descontar multas do salário de motorista, decide TRT-4

As multas de trânsito são penalidade de responsabilidade pessoal do empregado condutor do veículo, não podendo ser imputadas à empregadora. O entendimento foi aplicado pela 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região ao decidir que uma transportadora não precisava devolver os valores descontados do salário de um motorista por multa de trânsito.

O relator do acórdão, desembargador George Achutti, reforçou que o profissional motorista tem o dever de cumprir com a legislação de trânsito ou responder pelas multas, em caso de infração.
“As multas por infração às leis de trânsito constituem penalidade, sendo responsabilidade pessoal e exclusiva do condutor do veículo, no caso, o autor, não podendo ser imputadas à reclamada. O desconto correspondente às multas aplicadas, ainda que as infrações tenham ocorrido quando o empregado estava a serviço do empregador, não viola a intangibilidade salarial”, destacou o desembargador.

Achutti ressaltou também que na primeira fase do processo o autor sequer negou que tinha cometido as infrações que resultaram nas multas e tampouco mencionou sobre a ausência de apuração de sua responsabilidade ou se era ele próprio que estava conduzindo o veículo. “Considero legítimos os descontos em questão, por serem correspondentes aos prejuízos causados pelo autor à empresa, correspondentes ao valor das multas por infrações de trânsito”, concluiu. A decisão foi unânime. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-4.

Fonte: Conjur.

Alcançando sucesso no ramo de alimentação

Alcançar o sucesso empreendendo no ramo de alimentação é o sonho de muita gente. Para conseguir isso é preciso muito mais do que simplesmente abrir o negócio. É necessário que o empreendedor tenha visão de ações estratégicas como entendimento financeiro e de marketing, por exemplo.

Caso você esteja interessado em empreender neste ramo, mas ainda se encontra perdido, confira esse post e absorva as nossas dicas.

Para começar, precisamos entender que existem algumas áreas específicas no ramo alimentício, que vão além de restaurantes de comida caseira ou barracas de pasteis, como vemos muito em muitos lugares. Existem empreendimentos de alimentação que sempre estarão em alta devido ao apelo popular, mas serviços que apostam num ramo específico e tem tido muito sucesso atualmente.
Para que você entenda melhor, vamos te passar o básico sobre cada um deles. Veja

Restaurantes à Quilo

Quem frequenta os restaurantes selfies services, precisam ter uma boa variedade misturas e complementos. Devem ficar livre para que o cliente consuma o que e quanto desejar. Por outro lado, ele pagará mediante ao seu consumo.

Geralmente, a comida é feita no dia, mas em grande quantidade, por isso, por mais que o preparo seja fresco é usado de forma relevante alimentos industrializados.

PFs

Os pratos feitos são consumidos com a comida já inserida e com preço afixado. Fica do encargo do restaurante criar opções de valores adicionais por adição de alimento ou aos chamados “repetecos”. Combo com bebidas também é uma boa opção.

Muitas pessoas optam pelos PFs devido ao seu preparo, caseiro. Para isso, o destaque para um tempero especial ou um segredo de quem prepara para instigar o valor ao sabor da comida faz com que gere apelo emocional ao cliente que é remetido ao sabor da infância, da comida da avó e de boas lembranças, por exemplo.

Quentinhas

Também são chamadas em diversos lugares de marmita.  Nesse tipo de negócio, tão importante do que o preparo e a qualidade do alimento é a praticidade e a rapidez na entrega ao cliente.

Muitas opções de cardápio não é o ideal pra esse ramo, a agilidade entre a escolha do alimento pelo cliente, o seu preparo e entrega é fundamental para a fidelização.

Um sistema de entrega eficiente é outro ponto fundamental do negócio.

Fast Foods

Quem frequenta esse tipo de local, não se preocupa muito com a questão calórica dos alimentos, mas sim, com a praticidade e com o sabor. Por isso, hamburguerias, pastelarias e vendas de cachorro quente são os produtos mais encontrados nesse tipo de empreendimento.

Ultimamente, a produção artesanal tem crescido muito nesse meio, principalmente nas hamburguerias.

Os combos são os grandes filões de venda nesse serviço onde além do lanche, por exemplo, o cliente pode consumir refrigerante e batata-frita num valo único ou por um adicional raso.

Produtos Naturais e Saudáveis

Diferentemente dos fast foods, quem frequenta esse tipo de estabelecimento alimentício, se preocupa com a saúde.

Pode-se, nesse caso, variar em produtos naturais como saladas, sanduíches, comidas integrais e diets, e os produtos de suplementação para a galera que na maioria dos casos praticam academia e querem ganhar massa muscular, consumindo em meio aos seus produtos valores nutritivos como proteínas e carboidratos.

Seja qual for o sub nicho escolhido, saiba que o ideal é sempre se preparar e acompanhar todas as novidades do setor para se manter informado. Pesquise muito e escolha o que melhor se encaixa com o que você gostaria de fazer.

Agora os motoristas de aplicativos podem se formalizar através do MEI

Foi publicada, no Diário Oficial da União, uma nota onde informa que os motoristas de aplicativos como Uber, Cabify e 99, poderão aderir ao MEI e aproveitar os benefícios que a formalização oferece. Segundo o Portal do Empreenderor, mais de 8 milhões de pessoas aderiram ao MEI no ano de 2018. Nos últimos 5 anos, o número de MEI’s cresceu mais de 120%.

Esta modalidade foi criada em 2009 pelo então presidente Luís Inácio Lula da Silva e tem como intuito ajudar o profissional autônomo, sair da informalidade e com isso possam obter novas oportunidades de trabalho ao emitirem notas fiscais, recolham tributos menores atrelados ao CNPJ e ganhem acesso a benefícios como suporte do SEBRAE, empréstimos a juros mais baixos e aposentadoria.

Essa modalidade é costumeiramente utilizada por cabeleireiros, açougueiros, entregadores, mototaxistas, os chamados “bike boys”, consultores empresariais de diversos setores, agora pode ser utilizada pelos motoristas de aplicativos.

O que será diferente?

Quem optar por se formalizar, deve saber que precisará pagar o valor de R$ 54,90 por se tratar de prestação de serviços. Além disso, também é preciso entregar, anualmente, a Declaração Anual do Simples Nacional – Microempreendedor Individual (DASN SIMEI). É necessário, também, manter um controle financeiro do seu negócio e emitir notas fiscais.

Quais as vantagens?

Pagando essa taxa mensal, o empreendedor está automaticamente contribuindo com o INSS e dessa forma passa a ter direito à auxílio doença (com pelo menos 12 meses de contribuição), salário maternidade (com pelo menos 10 meses de contribuição), benefícios à familiares e aposentadoria por idade, auxílio-reclusão e pensão por morte para seus dependentes. Além disso, é possível gerar notas fiscais, utilizar máquinas de cartão e acesso à empréstimos. Quer se formalizar?

Verifique se o seu negócio está dentro das medidas requisitadas, basta fazer o seu cadastro através do Portal do Empreendedor. Para isso, serão necessários os seguintes documentos: RG, CPF, comprovante de endereço, título de Eleitor e última DIRPF.

Profissões Regulamentadas

A Secretaria da Receita Federal do Brasil, através do Parecer Normativo CST 15/83, expediu orientações, aonde entende, de acordo com o subitem 4.1 que Profissão Legalmente Regulamentada é aquela cujo exercício tenha sido reconhecido e regulamentado por Lei ou Decreto Federal.

01

 

Advogado

Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994 – Dispõe sobre o estatuto da advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB

 

 

02

 

 

Aeronauta

Lei nº 7.183, de 05 de abril de 1984 – Regula o exercício da profissão de Aeronauta e dá outras providências. Portaria Interministerial nº 3.016, de 05 de fevereiro de 1988 – Expede instruções para a execução da Lei nº 7.183, de 05 de abril de 1984, que dispõe sobre o exercício da profissão de Aeronauta.  Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986 – Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronauta

03

Aeroviário

Decreto nº 1.232 de 22 de junho de 1962 – Regulamenta a profissão de Aeroviário

04

Agente Autônomo de Investimento

Resolução nº 238 de 24 de novembro de 1973

 

05

 

Agrimensor

Lei nº 3.144 de 20 de maio de 1957. Institui o Curso Superior de Agrimensura em todo o País. Decreto nº 53.943 de 03 de junho de 1964 – Regulamenta a Lei nº 3.144/57

06

Analistas Clínico – Laboratoriais

Lei nº 6.686 de 11 de setembro de 1979 – Dispõe sobre o exercício da análise clínico-laboratorial

07

 

Arquivista/Técnico de Arquivo

Lei nº 6.546, de 4 de julho de 1978 – Dispõe sobre a regulamentação de Arquivista e Técnico de Arquivo.  Decreto nº 82.590, de 6 de novembro de 1985 – Regulamenta a Lei nº 6.546, de 4/07/78

08

Arrumador

Lei 2.196 de 01 de abril de 1954 – Dispõe sobre o serviço dos trabalhadores na movimentação de mercadorias

 

09

 

Artista/Técnico em Espetáculos de diversões

Lei nº 6.533, de 24 de maio de 1978 – Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões e dá outras providências.
Decreto nº 82.385, de 5 de outubro de 1978 – Regulamenta a Lei nº 6533, de 24/05/1978

10

Assistente Social

Lei nº 8.662, de 07 de junho de 1993 – Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências

 

11

 

Atleta Profissional de Futebol

Lei nº 6.354, de 02 de setembro de 1976 – Dispõe sobre as relações de trabalho do Atleta Profissional de Futebol e dá outras providências.  Lei nº 9.615, de 25 de março de 1998 – Trata das normas gerais sobre desporto. Atleta Profissional. Altera dispositivos da Lei nº 6.354/76

 

12

 

Atuário

Decreto-Lei nº 806, de 4 de setembro de 1969 – Dispõe sobre a profissão de Atuário e dá outras providências  Decreto nº 66.408, de 3 de abril de 1970 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Atuário, de acordo com o decreto-lei nº 806/69

 

13

 

Bibliotecário

Lei nº 4.084, de 30 de junho de 1962 – Dispõe sobre a profissão de Bibliotecário e regula o seu exercício. Decreto nº 56.725, de 16 de agosto de 1965 – Regulamenta a Lei nº 4.084/62. Lei nº 7.504, de 02/07/86 – Altera a Lei nº 4.084/62

 

 

14

 

 

Biólogo

Lei nº 1.017, de 30 de agosto 1982 – Dispõe sobre o desmembramento dos Conselhos Federal e Regionais de Biomedicina e de Biologia.  Decreto nº 88.438, de 28 de junho de 1983 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Biomédico de acordo com a Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 1979 e de conformidade com a alteração estabelecida pela Lei nº 7.707, de 30 de agosto de 1982

 

 

15

 

 

Biomédico

Lei nº 7.017, de 30 de agosto de 1982 – Dispõe sobre o desmembramento dos Conselhos federal e Regionais de Biomedicina e de Biologia.  Decreto nº 88.439, de 28 de junho de 1983 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Biomédico de acordo com a Lei nº 6.684, de 03 de setembro de 1979 e de conformidade com a alteração estabelecida pela Lei nº 7.707, de 30 de agosto de 1982

 

16

Carregador de Transportador de bagagens

Lei nº 4.637 de 20 de maio de 1965 – Dispõe sobre o exercício da profissão de carregador e transportador de bagagens em portos do País e dá outras providências

 

17

Conferente de Carga e Descarga

Lei nº 1.561 de 21 de fevereiro de 1962 – Dispõe sobre a profissão de conferente de carga e descarga, nos portos organizados do País

 

18

 

Consertador de Carga e Descarga

Lei nº 2.191 de 05 de março de 1954 – Dispõe sobre a exclusividade no serviço de conserto de carga e descarga, nos portos organizados.
Decreto nº 56.414 de 04 de junho de 1965 – Regulamenta a Lei nº 2.191/54

 

 

 

19

 

 

 

Contabilista

Decreto-Lei nº 9.295, de 27 de maio de 1946. Cria o Conselho Federal de Contabilidade, define as atribuições do Contador e do Guarda-livros, e dá outras providências.  Decreto-Lei nº 9.710, de 03 de setembro de 1946. Dá nova redação a dispositivos do Decreto-Lei nº 9.295/46.  Lei nº 570, de 22 de dezembro de 1948. Altera dispositivos do Decreto-Lei nº 9.295/46.  Lei nº 4.695, de 22 de junho de 1965. Dispõe sobre a composição do Conselho Federal de Contabilidade e dá outras providências.  Decreto-Lei nº 1.040, de 21 de outubro de 1969. Dispõe sobre os Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade.  Lei nº 5.730, de 08 de novembro de 1971. Altera o Decreto -Lei nº 1.040/69

 

20

 

Corretor de Fundos Públicos

Lei nº 2.146 de 29 de dezembro de 1953 – Dispõe sobre a aplicação aos Corretores, Câmaras Sindicais, Juntas, Bolsas de Mercadorias e Caixas de Liquidação de todo o País, legislação específica

 

 

21

 

 

Corretor de Imóveis

Lei nº 6.530, de 12 de maio de 1978 – Dá nova regulamentação a profissão de Corretor de Imóveis, disciplina o funcionamento de seus órgãos de fiscalização e dá outras providências.  Decreto nº 81.871, de 29 de junho de 1978 – Regulamenta a Lei nº 6.530/78.  Resolução nº 12, de 25.11.78, do Conselho Federal de Corretores de Imóveis. – Dispõe sobre o exercício da profissão de Corretor de Imóveis e sua inscrição nos Conselhos Regionais

 

22

 

Corretor de Navios

Decreto nº 19.009 de 27 de novembro de 1929 – Regulamenta os Corretores de Navios.
Decreto nº 52.090 de 04 de junho de 1968 – Regulamenta a profissão de Corretor de Navios e de seus prepostos

 

 

23

 

 

Corretor de Seguros

Lei nº 4.594, de 29 de dezembro de 1964. Regula a profissão de Corretor de Seguros.  Decreto nº 56.903, de 24 de setembro de 1965. Regulamenta a profissão de Corretor de Seguros de vida e da capitalização, de conformidade com o art. 32 da Lei nº 4.594/64.
Lei nº 7.278, de 10.12.1984 – Nova redação ao artigo 4º, da Lei nº 4.594/64

 

24

 

Despachante Aduaneiro

Portaria Interministerial MF/MTb nº 209, de 10 de abril de 1980 – Dispõe sobre a habilitação para o exercício da atividade de despachante aduaneiro e de ajudante de despachante aduaneiro, bem como sobre o registro e a cassação de habilitação e dá outras providências

 

 

25

 

 

Economista

Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951 – Dispõe sobre a profissão de Economista.  Decreto nº 31.794, de 21 de novembro de 1952 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Economista.  Lei nº 6.537, de 19 de junho de 1978. Altera dispositivos da Lei nº 1.411/51.
Lei nº 1.411/51 foi dada pela Lei nº 6.021, de 04 de janeiro de 1974

 

 

26

 

 

Economista Doméstico

Lei nº 7.387, de 21 de outubro de 1985. Dispõe sobre o exercício da profissão de Economista Doméstico e dá outras providências.  Decreto nº 92.524, de 08 de abril de 1986. Regulamenta a Lei nº 7.387/85.  Lei nº 8.042, de 15 de junho de 1990. Cria os Conselhos Federal e Regionais de Economistas Domésticos, regula seu funcionamento e dá outras providências

 

27

 

Educação Física

Lei nº 9.696, de 01 de setembro de 1998 – Dispõe sobre a regulamentação da profissão de Educação Física e cria os respectivos Conselho Federal e Regionais de Educação Física

 

28

 

Empregado Doméstico

Lei nº 5.859, de 11/12/72 – Dispõe sobre a profissão de empregado doméstico e dá outras providências.  Decreto nº 71.885, de 09.03.1973 – Aprova o regulamento da Lei nº 5.859, de 11.12.1972

 

29

Empregados Vendedores, viajantes ou pracistas

Lei nº 3.207 de 18 de julho de 1957 – Regulamenta as atividades dos empregados vendedores, viajantes e pracistas

 

 

30

 

 

Enfermagem

Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973 – Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem e dá outras providências. Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986 – Dispõe sobre a regulamentação do exercício da enfermagem e dá outras providências. Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987. Regulamenta a Lei nº 7.498/86. Lei nº 8.967, de 28/12/94

 

31

 

Engenharia de Segurança

Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985 – Dispõe sobre a especialização de Engenheiros e Arquitetos em Engenharia de Segurança do Trabalho, a profissão de Técnico de Segurança do Trabalho e dá outras providencias.  Decreto nº 92.530, de 9 de abril de 1986 – Regulamenta a Lei nº 7.410/85

 

 

32

 

 

Engenheiro/ Arquiteto/ Agrônomo

Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966 – Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo e dá outras providencias.  Lei nº 8.195, de 26 de junho de 1991 – Altera a Lei nº 5.194/66.
Decreto nº 241/67, incluiu entre as profissões cujo exercício é regulado pela lei nº 5.194/66, a profissão de engenheiro de operação.
Resolução CFEAA nº 313/86, de 26 de setembro de 1986, do Conselho federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, dispõe sobre o exercício profissional dos Técnólogos das áreas submetidas á regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.194/66

33

 

Enólogo

Lei 11.476, de 29 de maio de 2007 – Dispõe sobre a regulamentação das profissões de Enólogo e Técnico em Enologia

 

34

 

Estatístico

Lei nº 4.739, de 15 de julho de 1965 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Estatístico e dá outras providências.  Decreto nº 62.497, de 05 de abril de 1968 – Regulamenta o exercício da profissão de Estatístico.
Decreto nº 80.404/77

 

35

 

Farmacêutico

Lei nº 3.820, de 11 de novembro de 1960 – Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia, e dá outras providências. Decreto nº 85.878, de 9 de abril de 1981 – Regulamenta a Lei nº 3.820/60. Lei nº 9.120/95. Lei nº 4.817. Lei nº 5.724/71

 

 

36

 

Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional

Decreto-Lei nº 938, de 13 de outubro de 1969 – Prevê sobre as profissões de Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional, e dá outras providências.   Lei nº 6.316, de 17 de dezembro de 1975 – Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Fisioterapia e Terapia Ocupacional e dá outras providências.
Lei nº 9.098/95

 

37

 

Fonoaudiólogo

Lei nº 6.965, de 9 de dezembro de 1981 – Dispõe sobre a regulamentação da profissão de Fonaudiólogo, e determina outras providências.  Decreto nº 87.218, de 31 de maio de 1982 – Regulamenta a Lei nº 6.965/81.
Lei nº 9.9098/95

 

 

38

 

 

Geógrafo

Lei nº 6.664, de 26 de junho de 1979 – Disciplina a profissão de Geógrafo e dá outras providências.  Decreto nº 85.138, de 17 de setembro de 1980 – Regulamenta a Lei nº 6.664/79.
Lei nº 7.399, de 04 de novembro de 1985 – Altera a redação da Lei nº 6.664/79.
Decreto nº 92.290, de 10 de janeiro de 1986 – Regulamenta a Lei nº 7.399/85

39

Geólogo

Lei nº 4.076, de 23 de junho de 1962 – Regulamenta o exercício da profissão de Geólogo

 

40

 

Guardador e Lavador de Veículos

Lei nº 6.242, de 23 de setembro de 1975 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Guardador e Lavador de veículos automotores, e dá outras providências.  Decreto nº 79.797, de 8 de junho de 1977 – regulamenta a Lei nº 6.242/75

41

Guia de Turismo

Lei nº 8.623 de 28 de janeiro de 1993 – Dispõe sobre a profissão de Guia de Turismo e dá outras providências

 

 

42

 

 

Jornalista

Decreto-Lei nº 972, de 17 de outubro de 1969 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Jornalista.  Decreto nº 83.284, de 13 de março de 1979 – Dá nova regulamentação ao decreto-lei nº 972, de 17 de outubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissão de Jornalista, em decorrência das alterações introduzidas pela Lei nº 6.612, de 07 de dezembro de 1978

 

43

 

Leiloeiro

Decreto nº 21.981, de 19 de outubro de 1932 – Regula a profissão de Leiloeiro no território da República.  Instrução Normativa nº 47, de 6 de março de 1996 – Dispõe sobre a matrícula e seu cancelamento como Leiloeiro e dá outras providencias

44

Leiloeiro Rural

Lei nº 4.021, de 20 de dezembro de 1961 – Cria a profissão de leiloeiro rural, e dá outras providencias

 

45

 

Mãe Social

Lei nº 7.644 de 18 de dezembro de 1987 – Dispõe sobre a regulamentação da atividade de mãe social, e dá outras providências

46

Massagista

Lei nº 3.968, de 5 de outubro de 1961 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Massagista

 

47

 

Medicina Veterinária

Lei nº 5.517, de 23 de outubro de 1968 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Médico Veterinário e cria os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária.
Decreto nº 64.704, de 17 de junho de 1969 – Aprova o regulamento do exercício da profissão de Médico Veterinário e dos Conselhos de Medicina Veterinária

 

 

48

 

 

Médico

Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957 – Dispõe sobre os Conselhos de Medicina, e dá outras providências.
Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958 – Aprova o regulamento do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Medicina a que se refere a Lei nº 3.268/57.
Lei nº 6.932, de 07 de julho de 1981 – Dispõe sobre as atividades do médico residente e dá outras providências

 

49

 

Meteorologista

Lei nº 6.835 de 14 de outubro de 1980 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Meteorologista e dá outras providências

 

50

 

Museólogo

Lei nº 7.287, de 18 de dezembro de 1984 – Dispõe sobre a regulamentação da profissão de Museólogo;  Decreto nº 91.775, de 16 de outubro de 1985 – Regulamenta a Lei nº 7.287/84

51

 

Músico

Lei nº 3.857, de 22 de dezembro de 1960 – Cria a ordem dos músicos do Brasil e dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de músico, e dá outras providências

 

 

52

 

 

Nutricionista

Lei nº 6.583, de 20 de outubro de 1978 – Cria os Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas, regula o seu funcionamento, e dá outras providências.  Decreto nº 84.444, de 31 de janeiro de 1980 – Regulamenta a Lei nº 6.583/78.  Lei nº 8.234, de 17 de setembro de 1991 – Regulamenta a profissão de Nutricionista e determina outras providências.  Lei nº 9.098, de 20 de setembro de 1995

 

53

 

Odontologia

Lei nº 4.324, de 14 de abril de 1964 – Institui os Conselhos Federal e Regionais de Odontologia e dá outras providências.  Decreto nº 68.704, de 04 de junho de 1971 – Regulamenta a Lei nº 4.324/64.  Lei nº 5.081, de 24 de agosto de 1966 – Regula o exercício da odontologia.  Lei nº 6.215, de 30 de junho de 1975

54

Optometria

Lei nº 2.948/03 – Dispõe sobre Curso Superior de Tecnologia em Optometria

 

55

 

Orientador Educacional

Lei nº 5.564, de 21 de dezembro de 1968 – Dispões sobre o exercício da profissão de orientador educacional.  Decreto nº 72.846, de 26 de setembro de 1973 – Regulamenta a Lei nº 5.564/68

 

 

56

 

 

Pescador

Decreto nº 58.827 de 14 de julho de 1996 – Promulga a Convenção Internacional nº 113.
Decreto-lei nº 221 de 28 de fevereiro de 1967 – Dispõe sobre a proteção e estímulos à pesca e dá outras providências.
Decreto nº 64.618 de 02 de junho de 1969 – Aprova o Regulamento de Trabalho a Bordo de Embarcações Pesqueiras

 

57

 

Petroquímico

Lei nº 5.811 de 11 de outubro de 1972 – Dispõe sobre o regime de trabalho dos empregados nas atividades de exploração, perfuração, produção e refinação de petróleo, industrialização do xisto, industria petroquímica e transporte de petróleo e seus derivados por meio de dutos

 

58

 

Professor

Decreto nº 86.324 de 31 de agosto de 1981 – Dispõe sobre o registro profissional dos Professores e dá outras providências

 

59

Propagandista e Vendedor de Produtos Farmacêuticos

Lei nº 6.224 de 14 de julho de 1975 – Regula o exercício da profissão de Propagandista e Vendedor de Produtos Farmacêuticos e dá outras providências

 

 

60

 

 

Psicologia

Lei nº 4.119, de 27 de agosto de 1962 – Dispõe sobre os cursos de formação em psicologia e regulamenta a profissão de psicólogo.  Decreto-Lei nº 706, de 25 de julho de 1969 – Estende aos portadores de certificado de curso de pós-graduação em psicologia e psicologia educacional, o direito assegurado pelo art. 19 da Lei nº 4.119/62.  Lei nº 5.766, de 20 de dezembro de 1971 – Cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Psicologia e dá outras providências.  Decreto nº 79.822, de 17 de junho de 1977 – Regulamenta a Lei nº 5.766/71

 

61

 

Publicitário/Agenciador de Propaganda

Lei nº 4.680, de 18 de junho de 1965 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Publicitário e de Agenciador de Propaganda e dá outras providências.  Decreto nº 57.690, de 1 de fevereiro de 1966 – Aprova o regulamento para execução da Lei nº 4.680/65

 

62

 

Químico

Lei nº 2.800, de 18 de junho de 1956 – Cria os Conselhos Federal e Regionais de Química, dispõe sobre o exercício da profissão de Químico e dá outras providências.  Decreto nº 85.877 – Regulamenta a Lei nº 2.800/56.
Lei nº 5.735, de 17 de novembro de 1971

 

63

 

Radialista

Lei nº 6.615, de 16 de dezembro de 1978 – Dispõe sobre a regulamentação da profissão de Radialista e dá outras providências.  Decreto nº 84.134, de 30 de outubro de 1979 – Regulamenta a Lei nº 6.615/78.
Decreto nº 84.134, de 30 de outubro de 179

 

 

64

 

 

Relações Públicas

Lei nº 5.377, de 11 de dezembro de 1967 – Disciplina a Profissão de Relações Públicas e dá outras providências.  Decreto nº 63.283, de 26 de setembro de 1968 – Regulamenta a Lei nº 5.377/67.  Decreto-Lei nº 860, de 11 de setembro de 1969 – Dispõe sobre a Constituição do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Profissionais de Relações Públicas e dá outras providências

 

65

 

Representantes Comerciais Autônomos

Lei nº4.886, de 09 de dezembro de 1965 – Regula as atividades dos Representantes Comerciais autônomos.
Lei nº 8.420, de 08 de maio de 1992 – Introduz alterações na Lei nº 4.886/1965

 

66

Secretário – Secretário Executivo e Técnico em Secretariado

Lei nº 7.377, de 30 de setembro de 1985 – Dispõe sobre a profissão de Secretário e dá outras providências.
Lei nº 9261, de 10 de janeiro de 1996

 

67

 

Sociólogo

Lei nº 6.888, de 10 de dezembro de 1980 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Sociólogo e dá outras providências.  Decreto nº 89.531, de 5 de abril de 1984 – Regulamenta a Lei nº 6.888/80, que dispõe sobre o exercício da profissão de sociólogo e dá outras providências

 

 

68

 

 

Técnico em Administração (Processamento de Dados)

Lei nº 4.769, de 9 de setembro de 1965 – Dispõe sobre o exercício da profissão de técnico de administração, e dá outras providencias.  Lei nº 7.321, de 13 de junho de 1985 – Altera a denominação do Conselho federal e dos Conselhos Regionais de Técnicos de Administração e dá outras providências.  Decreto nº 61.934, de 22 de dezembro de 1967 – Dispõe sobre a regulamentação da exercício da profissão de Técnico de Administração e a constituição dos Conselho Federal e Regionais de Técnicos de Administração, de acordo com a lei nº 4.769/65, e dá outras providências. Leis nº 6.642/79 e 8.873/94

 

69

 

Técnico de Arquivo

Lei nº 6.546 de 04 de julho de 1978.
Decreto nº 82.590 de 06 de novembro de 1978 – Regulamenta a Lei nº 6.546/78

 

70

 

Técnico em Prótese Dentária

Lei nº 6.710, de 05 de novembro de 1979 – Dispõe sobre a profissão de Técnico em prótese Dentária e determina outras providencias.
Decreto nº 87.689, de 11 de outubro de 1982 – Regulamenta a Lei nº 6.710/79

71

 

Técnico em Radiologia

Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985 – Regula o exercício da profissão de Técnico em radiologia e dá outras providências.
Decreto nº 92.790, de 17 de junho de 1986 – regulamenta a Lei nº 7.394/85

 

 

72

 

 

Técnico Industrial

Lei nº 5.524, de 5 de novembro de 1968 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Técnico Industrial de nível médio.
Resolução Normativa nº 24, de 18 de fevereiro de 1970 – Autoriza os Conselhos Regionais de Química a procederem ao registro de Técnicos Industriais.  Decreto nº 90.922, de 02 de fevereiro de 1985 – regulamenta a lei nº 5.524/68 e dispõe sobre a profissão de técnico agrícola de nível médio ou de 2º grau

 

73

 

Tecnólogo

Resolução CFEAA nº 313 de 26 de setembro de 1986 – Dispõe sobre o exercício profissional dos Tecnólogos das áreas submetidas à regulamentação e fiscalização instituídas pela Lei nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966

74

Telefonista

Decreto nº 99.351 de 27 de junho de 1990 – Regulamenta a Lei nº 7.850 de 23 de outubro de 1989

 

 

75

 

 

Tradutor Público

Decreto nº 13.609 de 21 de outubro de 1943 – Regulamento para ofício de Tradutor Público e Intérprete Comercial.
Instrução Normativa do DNRC nº 48 de 06 de março de 1996 – Dispõe sobre a habilitação, nomeação e matricula e seu cancelamento de Tradutor Público e Intérprete Comercial e dá outras providencias

 

76

Transportador Autônomo Rodoviário de Bens

Lei nº 7.290 de 19 de dezembro de 1984 – Define a atividade de Transportador Rodoviário de Bens e dá outras providências

 

77

 

Treinador de Futebol

Lei nº 8.650 de 22 de abril de 1993 – Dispõe sobre as relações de trabalho do Treinador Profissional de Futebol e dá outras providências

 

78

 

Vigias Portuários

Decreto nº 83.611 de 23 de junho de 1979 – Dispõe sobre a execução do serviço de vigilância em navios por vigias portuários, para o exercício da profissão e dá outras providências

 

 

79

 

 

Vigilantes

Lei nº 7.102 de 20 de junho de 1983 – Dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição e funcionamento das empresas particulares que exploram serviços de vigilância e de transporte de valores e dá outras providências.
Decreto nº 89.056 de 24 de novembro de 1983 – Regulamenta a Lei nº 7.102/83.
Portaria nº 23 SES de 18 de novembro de 1985 – Baixa normas para o registro profissional de vigilante

80

Zootecnista

Lei nº 5.550, de 4 de dezembro de 1968 – Dispõe sobre o exercício da profissão de Zootecnista

Fonte: RFB

Como manter o foco trabalhando em casa?

Todo empreendedor que trabalha em casa, sabe o quanto é difícil se abster de todas as distrações do dia a dia.Por isso vamos te dar cinco dicas para que você consiga produzir mais e otimizar se tempo e assim manter um bom ritmo mesmo trabalhando em casa. Veja:

Tenha foco e não queira fazer muitas coisas ao mesmo tempo

Mesmo que você não possua muito tempo, de nada adianta fazer várias tarefas de uma vez e acabar não concluindo nenhuma. Para as mulheres pode ser um pouco mais difícil, pois instintivamente nos transformamos em um ser multitarefas e isso tem seu lado negativo no home office.

Não queira limpar a casa e estudar ao mesmo tempo, pois não vai dar certo. Ou seja, separe um tempo para dedicar ao seu trabalho e foque sua atenção apenas nisso. Depois você vai poder fazer as outras atividades e claro, uma de cada vez.

Prioridades

Tenha prioridades e saiba o que é mais importante entre todas as tarefas. Caso tenha surgido muitas coisas ao mesmo tempo, dê uma pausa e analise o que é prioritário e coloque em ordem o que será feito primeiro. Não adianta desespero.

Isso vai te dar animo, pois cada vez que você consegue finalizar uma tarefa, você acaba criando mais disposição para terminar as outras.

Não tenha interrupções ou distrações

Pode ser as crianças, o telefone, notificações, Skype, Whatsapp, Facebook, E-mail, etc. Porém entenda que em alguns casos você não tem controle, no caso de alguém de procurar, mas em outros…

Desligue as redes sociais e de mantenha distante do telefone, se for necessário deixe fora do gancho.

Organize seu tempo

Separe o que você precisa fazer em blocos e estipule o tempo necessário para fazer cada um deles e tente seguir o fluxo. Informe às pessoas que moram com você de que vai precisar desse tempo sem interrupções para que consiga fazer todas as tarefas.

Planeje as próximas tarefas

Procure planejar as próximas tarefas sempre no dia anterior e principalmente organize suas prioridades. Existem maneiras bem fáceis de fazer isso. Pode ser anotando tudo de maneira tradicional, em uma agenda ou até mesmo em agenda online que te enviam lembretes do que deve ser feito.

Dicas para quem quer empreender com sucesso

Você tem o sonho de empreender, mas não faz ideia de como começar. Tem medo de se jogar e acabar obtendo prejuízos. Fique tranquilo, pois neste artigo vamos lhe dar algumas dicas de como iniciar e obter sucesso.
Acompanhe:

1 – Guarde dinheiro

Pode parecer clichê, mas guardar dinheiro é o primeiro passo a ser dado. Quando você tem um investimento maior, é possível ter mais liberdade de escolha. Além disso, poderá empreender com mais tranquilidade, caso imagine que algo vá dar errado.

2 – Faça um plano de Negócios

Tenha um planejamento e anote tudo o que considere importante para o andamento do seu negócio. Organize tudo no papel e procure seguir fielmente seu plano de negócios.

3 – Encontre oportunidades

Mesmo que você esteja focado em um nicho de mercado ou em uma área específica, entenda que, no meio do caminho podem surgir outras oportunidades e não há mal nenhum em aproveitá-las.

4 – Estude o seu mercado

Após definir a área em que quer empreender, pesquise para obter todas as informações possíveis para conseguir chegar em seus objetivos, pois quando mais conhecimento tiver, mais as chances de conseguir sucesso em sua caminhada.

5 – Tenha atitude empreendedora

Procure e crie suas próprias oportunidades e tenha persistência quando precisar resolver um problema.

6 – Faça planejamento financeiro

Não adianta você ter a melhor ideia e o investimento se não planejar onde será investido cada centavo. Faça uma planilha e nela coloque todas as despesas para manter seu negócio e busque economia sem perder qualidade no seu produto e/ou serviço.

7 – Conheça seu público

Após definir seu nicho de trabalho, faça pesquisas sobre qual público pretende atender e entenda o que seu cliente quer para que você possa oferecer da melhor maneira possível.

8 – Formalize-se

A melhor maneira de começar um empreendimento é se formalizando, pois isso traz muitos benefícios para seu futuro negócio.

9 – Faça boas parcerias

Busque fornecedores com bons preços e principalmente bons produtos. Isso faz toda diferença na hora de repassar para seu consumidor final.

10 – Aumente sua rede de contatos

Faça contatos constantemente, seja em feiras, convenções ou até mesmo através da internet. O importante é que você tenha uma boa rede de contatos que vão ajudar a divulgar seu negócio.

DITR 2019

Declaração de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural 2019

Instrução Normativa RFB nº 1.902, publicada hoje no Diário Oficial da União, estabelece as normas e os procedimentos para a apresentação da DITR, informa os critérios de obrigatoriedade, a necessidade do uso de computador na elaboração da declaração e as consequências da apresentação fora do prazo estabelecido, entre outras informações. De acordo com a nova norma, o prazo para a entrega da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) referente ao exercício de 2019 inicia-se no dia 12 de agosto e se encerra às 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de Brasília, do dia 30 de setembro de 2019.

Está obrigada a apresentar a declaração a pessoa física ou jurídica, exceto a imune ou isenta, proprietária, titular do domínio útil ou possuidora a qualquer título do imóvel rural. Também está obrigada a pessoa física ou jurídica que, entre 1º de janeiro de 2019 e a data da efetiva apresentação da declaração, perdeu a posse do imóvel rural ou o direito de propriedade pela transferência ou incorporação do imóvel rural ao patrimônio do expropriante. Em 2018 foram entregues 5.661.803 declarações do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural. A expectativa é que, neste ano, sejam entregues 5,7 milhões de declarações.

A DITR deve ser elaborada com uso de computador, por meio do Programa Gerador da Declaração do ITR, disponibilizado na página da Receita Federal (rfb.gov.br). Ela pode ser transmitida pela Internet ou entregue em uma mídia removível nas unidades da Receita Federal.

A multa para quem apresentar a DITR depois do prazo é de 1% (um por cento) ao mês ou fração de atraso, lançada de ofício e calculada sobre o total do imposto devido, não podendo seu valor ser inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais). Se, depois da apresentação da declaração, o contribuinte verificar que cometeu erros ou omitiu informações, deve, antes de iniciado o procedimento de lançamento de ofício, apresentar DITR retificadora, sem a interrupção do pagamento do imposto apurado na declaração original. A DITR retificadora tem a mesma natureza da originariamente apresentada, substituindo-a integralmente. Por isso, a declaração retificadora deve conter todas as informações anteriormente prestadas com as alterações e exclusões necessárias bem como as informações adicionadas, se for o caso.

O valor do imposto pode ser pago em até 4 (quatro) quotas iguais, mensais e sucessivas, sendo que nenhuma quota pode ter valor inferior a R$ 50,00 (cinquenta reais). O imposto de valor inferior a R$ 100,00 (cem reais) deve ser pago em quota única. A quota única ou a 1ª (primeira) quota deve ser paga até o dia 30 de setembro de 2019, último dia do prazo para a apresentação da DITR.

O imposto pode ser pago mediante transferência eletrônica de fundos por meio de sistemas eletrônicos das instituições financeiras autorizadas pela Receita Federal a operar com essa modalidade de arrecadação ou por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), em qualquer agência bancária integrante da rede arrecadadora de receitas federais.

Fonte: Receita Federal do Brasil

Como controlar a saúde financeira da minha empresa

Para que você não venha ter dor de cabeças nos balanços financeiros periódicos da sua empresa, ter um bom controle financeiro é mais do que fundamental. Quando você abre o seu negócio, financeiramente falando , o seu objetivo é converter em lucro todas as duas vendas, fazendo com que a sua empresa sempre esteja em superávit financeiro. Mas pra isso, o equilíbrio financeiro é essencial. Acompanhe esse artigo e saiba o quão importante é o controle financeiro para a saúde da sua empresa.

A contabilidade

As suas contas precisam ter posicionamentos diferentes. É claro que parte do lucro de sua empresa passa a ser a sua conta pessoal, o que não significa que as duas podem ser conjuntas. Diferentemente, as duas precisam ser administrada separadamente com foco e planejamento diferente. Assim, por melhor administrador que você venha a ser, precisará imprescindivelmente de uma contabilidade lhe dando suporte.

Você precisará focar na produção e desempenho do serviço da sua empresa e com isso deixar as projeções contábeis na mão do escritório de contabilidade. Já que os balanços é que ditarão o rumo financeiro da sua empresa. Para isso, há um conjunto em relação a projeção de investimentos, que fica sob encargo da contabilidade, e desenvolvimento de um melhor e mais atrativo serviço, dentre de todo projeto organizacional interno etc.

Conte com a ajuda da tecnologia

Além das tradicionais planilhas de excel, que ajudam na inserção de dados para um bom planejamento financeiro, alguns sites e aplicativos podem auxiliar neste processo de controle.

Alguns aplicativos você pode carregar no seu bolso através das versões mobiles que auxiliam no carregamento por meio do seu smartphone e tablet portátil.

O aplicativo “Meu Dinheiro”, além de permitir uma análise geral das financeiras (incluindo gastos com cartão de crédito) ele possui um mecanismo no qual o empreendedor pode inserir objetivos financeiros para o seu negócio a pequeno, médio e curto prazo. Entretanto, quando se trata de aplicativos de controle financeiro o mais completo ainda é o “GuiaBolso”, pois ele é automatizado por ser integrado com financeiras e sistemas bancários.

O “Mobilis” tem a sua versão em aplicativo, mas em site e tem como diferencial o acesso a gráficos que indicam as perspectivas financeiras da sua empresa. Contudo, dá acesso a algumas funções apenas em sua versão premium, onde o empreendedor terá de se desprender financeiramente para possuir. Sistema que possui a mesma forma de trabalhar (gratuita e premium) é o “Contas Online”, sendo muito parecido com o “Mobilis”.

Finalizando os aplicativos, ainda temos o “Minhas Economias”, que possui como grande diferencial o lembrete de algumas contas o “Projetos Financeiros”, para os mais esquecidos ou distraídos com a correria diária do seu negócio.

 Conte com toda ajuda possível para manter a saúde financeira da sua empresa e garantir assim o sucesso do seu negócio.

Porque o MEI deve emitir nota fiscal

Os brasileiros empreendedores sempre trabalharam por conta própria e muitos sem ter formalização. Recentemente, com a criação do MEI, ficou menos burocrático abrir seu próprio negócio e junto a isso existem muitos benefícios.

Com a formalização, é possível adquirir credito para investir na sua empresa, auxílio maternidade, auxílio doença, previdência e emitir notas fiscais. Esta última se torna uma obrigação e deve ser feita com muito cuidado para que não haja nenhum deslize que comprometa a saúde financeira do seu negócio.

É imprescindível saber como emitir as notas fiscais de maneira correta e estando de acordo com seu ramo de atividade e a cidade onde se localiza seu empreendimento.

Mas por que emitir notas fiscais?

A nota fiscal é um documento que registra a entrada e saída das mercadorias ou até mesmo da prestação de um serviço. Isso facilita a vida do vendedor e do consumidor também, além de possuir uma validade jurídica. Emitir as notas se torna um diferencial neste mercado tão competitivo.

Já vimos alguns casos de clientes não fecharem negócio por não terem acesso à nota fiscal, pois de alguma maneira precisam apresentar algum comprovante. Em resumo: não é nada legal perder um negócio por conta disso.

Mas como eu gero as notas fiscais?

Caso você opte pela nota fiscal Avulsa, saiba que ela é vinculada à Secretaria da Fazenda e primeiramente será necessário fazer uma solicitação e após isso órgão responsável em sua cidade. Mas existe outra opção que é a retirada das notas de maneira online, mas não é disponível para todos os estados. Nestes casos, você emite a Nota Fiscal Eletrônica através de programas gerenciadores e pode acessá-los através de um certificado digital ou por uma senha de acesso.
O login e senha são adquiridos através da Secretária da Fazenda de maneira gratuita e basta apenas fazer um cadastramento e aguardar.